18.07.2010
Os números não param de crescer. Todos os meses, cerca de 35 mil cidadãos passam a integrar o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome). Hoje, o Brasil já possui o terceiro maior cadastro desse gênero no mundo: são 1,6 milhão de doadores. Um cenário positivo, mas insuficiente para reduzir a espera, árida, de aproximadamente 1,2 mil pessoas que se mantêm na fila por transplante. A probabilidade de se achar um doador compatível, fora da família, é de uma em cem mil.
Um drama que pode ter fim a qualquer momento, conforme novos homens e mulheres entram para o Redome. E, para se tornar voluntário, basta um gesto simples, que é a retirada de cinco mililitros (ml) de sangue para análise das características genéticas. Um ato que pode ser a diferença entre a vida e a morte do receptor.
Na reportagem especial da edição impressa do Diário Popular deste domingo (18), o jornal chama o leitor à reflexão e apresenta a história de dois pacientes que aguardam os brasileiros sairem da indecisão. Wendryo Machado da Silva, seis anos, e Janaína Jorge, 33.
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