ADOTE - ong doação de órgãos O que Saber
Educação Permanente As Perguntas mais Freqüentes Doação de órgãos na sala de aula Legislação Links Interessantes Como se Tornar um Doador Depoimentos Direitos dos Usuários da Saúde Direitos dos Transplantados Meld / Peld Endereços Úteis Estatísticas Glossário

UMA LIÇÃO DE VIDA - Doação de órgãos na sala de aula

2. Transplante como alternativa de vida: utilidade e importância

O transplante é uma alternativa terapêutica que possibilita solucionar muitos casos de patologias que há pouco tempo levavam a pessoa inevitavelmente a morte. Em outros casos pode melhor a qualidade de vida daquelas pessoas em tratamento como diálise ou que padecem de cegueira provocadas por algumas doenças como ceratocone ou por traumas.

A diálise é um tratamento que permite à pessoa um tempo maior pela espera de um transplante. No caso do coração, pulmão, fígado não existe uma terapia substitutiva, de sustentação até a chegada do doador. Deste modo, as pessoas em lista de espera por um desses órgãos estão em situação de grande risco de vida.

No caso do rim e fígado, e mesmo em certas situações, no caso do pulmão, existe a possibilidade de que se realize o transplante com doador vivo. A nossa legislação permite a doação de órgãos entre parentes até quarto grau. Além desse grau de parentesco é necessário uma autorização judicial. É preferível, entretanto que os transplantes sejam realizados sempre com doador não vivo, pois a doação em vida pode colocar em risco a vida do doador.

Quase todas as partes do nosso corpo podem ser utilizadas para transplante. Um único doador pode ajudar a pelo menos vinte e cinco pessoas. Em janeiro de 2000, em uma operação que durou quase dois dias, um canadense de 20 anos recebeu estômago, fígado, pâncreas e intestino delgado novos.

Embora ainda em caráter experimental, já foram realizados transplantes de uma parte inteira do corpo, como uma mão. Esse tipo de transplante ainda é controvertido. Embora seja coerentemente defendido pelos seus idealizadores, discute-se as vantagens práticas em relação aos riscos associados ao uso de pesadas doses de drogas anti-rejeição para a preservação de um órgão não vital. Em contrapartida, argumenta-se, que o conceito de órgão vital é muito relativo e depende da atividade exercida pelo receptor. Com certeza, as mãos são órgãos vitais para um pianista.

Quem precisa de um transplante?

Quase todas as doenças que levam a uma situação de falência completa de um órgão ou de um tecido e quando as terapias médicas ou cirúrgicas convencionais já não são mais eficazes, têm como última alternativa de tratamento um transplante. Para muitos, o transplante significa literalmente o renascimento. Para outros, a possibilidade do retorno a uma vida normal. Já é uma rotina na prática de muitos hospitais em diversas partes do mundo, mas guarda o aspecto de ser o único tratamento médico que depende da população em geral para ser operacionalizado.

Os transplantes são indicados para o tratamento das doenças a seguir relacionadas e que provocaram o mau funcionamento de Órgãos, ou Tecidos.

Voltar