Associação Brasileira de Transplante de Órgãos, organização que congrega profissionais que atuam na área de transplantes.
Aliança Brasileira pela Doação de Órgãos e Tecidos, uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), fundada em 1998, cuja missão é promover a doação de órgãos.
É uma abreviação, em inglês, de Acquired Imuno Deficience Syndrome. Em português deveria ser SIDA ou Síndrome de Imunodeficiência Adquirida, mas AIDS popularizou-se. É uma doença infecto-contagiosa causada por um vírus, que é transmitido pelo contato sexual, pelo sangue e pelo leite da mãe.
Proteína produzida no fígado. É um dos parâmetros para calcular o PELD como uma medida da severidade de uma doença hepática.
Processo de determinação de como os órgãos para transplante são distribuídos. A alocação inclui critérios que asseguram que a distribuição de órgãos ocorre com critérios médicos justos, com equidade e ética.
Sistema que assegura que Órgãos e Tecidos para transplante são distribuídos segundo critérios uniformes para os pacientes em lista de espera.
Ou enxertos alogênicos, comumente citados como enxertos. São o tipo mais comum de transplantes, feitos com tecidos da mesma espécie, mas não-idênticos.
Refere-se a indivíduos de uma mesma espécie, mas geneticamente diferentes
Infiltração do tecido por proteínas insolúveis.
Decréscimo na quantidade de células vermelhas, medida na concentração de hemoglobina por unidade de volume ou número de células vermelhas.
Radiografia de vasos sanguíneos, após a injeção de uma substância de contraste (radiopaca).
Também denominada angioplastia coronariana transluminal percutânea (PTCA). Consiste na inserção de um cateter com um balão na ponta na artéria coronária (vaso sangüíneo que leva sangue para o coração). Quando o balão é expandido, causa o alargamento dos vasos sangüíneos estreitados. Realizada em casos de obstrução coronária, como no infarto cardíaco, ou como alternativa para a cirurgia de ponte de safena.
Medicamentos para evitar a coagulação e a formação de trombo.
Substância (gamaglobolina) formada como resposta a um estímulo imunogênico e capaz de interagir com um antígeno que promoveu a sua síntese ou com outro relacionado a ele.
Qualquer substância capaz de provocar a formação de anticorpos. Geralmente são proteínas de vírus, bactérias, ou corpo estranho ao organismo.
Anatomicamente é uma saliência do ceco (primeira parte do intestino grosso) em forma de dedo de luva.
Inflamação do apêndice.
Qualquer desvio da normalidade do ritmo das contrações cardíacas. O mesmo que DISRITMIA.
Exame que consiste na visualização radiológica das artérias cerebrais depois de se introduzir nelas uma substância de contraste.
Exame que consiste na visualização radiológica das artérias cerebrais depois de se introduzir nelas uma substância de contraste.
Um raio-X de uma artéria após ter sido injetado uma substância de contraste.
Disfunção do duto biliar (canal que liga o fígado à vesícula biliar) em geral congênita, que constitui a principal causa de transplante hepático em crianças.
Consiste em um enxerto extraído de um local do paciente para outro, como o enxerto de pele.
Condição na qual o sistema imune ataca as células do próprio organismo. Essa reação é a base de uma série de doenças auto-imune, incluindo diabetes, artrite reumatoide, lupus e outras.
Refere-se ao próprio organismos. Diz-se do transplante realizado com uma parte do corpo de uma pessoa para outra parte dela mesma.
Agente antiinflamatório e imunomodulador que altera o curso natural das doenças auto-imunes. É uma das drogas utilizadas no pós-transplante para prevenir a rejeição.
Pulsação derivada do movimento de contração e dilatação do coração.
Líquido verde e denso produzido pelo fígado, que auxilia o intestino a digerir gorduras.
Procedimento através do qual se retiram pequenas porções de um órgão (por meio de uma pinça introduzida por um cateter ou outra forma), para posterior exame das mesmas.
O corpo depois da morte.
Contrações musculares resultantes da falta de cálcio, potássio e outras causas.
Qualquer doença do coração, congênita ou adquirida.
Cardiopatia que existe desde o nascimento.
Pequeno instrumento tubular, em geral percutâneo, utilizado para infundir soluções, medir pressões ou desobstruir estruturas.
Ou cateterização. Procedimento médico (o termo é mais conhecido por sua utilização em cardiologia) que consiste na introdução de um pequeno cateter que vai até o coração com o objetivo de investigação diagnóstica.
Procedimento médico que consiste na introdução de um pequeno cateter (pequeno instrumento tubular) que vai até o coração com o objetivo de investigação diagnóstica.
Um tipo de célula branca do sangue, responsável pela imunidade do corpo.
O mesmo que CNCDO.
Droga imunossupressora destinada ao tratamento e prevenção da rejeição. A Ciclosporina representa um dos maiores avanços na transplantologia, já que a sua utilização a partir do início da década de 80 do século XX, permitiu diminuir de forma drástica a da rejeição e prolongar a vida útil do enxerto e a sobrevida do transplantado. Foi introduzida em ensaio clínicos em 1978 por Calne, em Cambridge, transformando-se rapidamente na esperança de vida dos receptores de órgãos.
COMISSÃO INTRA-HOSPITALAR DE DOAÇÃO DE ÓRGÀOS E TECIDOS PARA TRANSPLANTES Comissão formada por Médicos, Enfermeiros, Psicólogos, Assistentes Sociais e outros profissionais, para organizar, no âmbito do hospital, o processo de captação de órgãos;
Técnica que permite a visualização, através de uma imagem obtida em um Cintilógrafo, dos órgãos internos, pelo mapeamento da distribuição espacial de isótopos radiativos previamente injetados.
Genericamente, cirrose é uma doença caracterizada pela degeneração das células parenquimatosas de um órgão com a hipertrofia do tecido conjuntivo intersticial. A cirrose hepática é uma degeneração das células do fígado, que provoca o seu mau funcionamento, prejudicando várias funções vitais desse órgão.
É um vírus muito comum na população em geral. É causa freqüente de doenças em pessoas cujo sistema imunológico não funciona bem, como pacientes infectados pelo HIV e receptores de transplante de órgão sólido.
Central de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos. São as unidades executivas do SNT, com a incumbência de, entre outras, a) coordenar as atividades de transplantes no âmbito estadual.
O mesmo que Trombo.
O coordenador da Comissão Intra-Hospitalar de Transplante.
Órgão muscular que bombeia o sangue. O coração pode ser doado para transplante.
Estrutura transparente que cobre o globo ocular. As córneas podem ser doadas e transplantadas.
Um hormônio sintético que inibe a reação normal do organismo às infecções e outras "invasões", tais como um órgão transplantado. A PREDINISONA é um corticosteróide.
Produto do metabolismo muscular excretado na urina. As concentrações sangüíneas são a expressão da função renal.
Um conjunto de condições que norteiam as decisões sobre um procedimento médico.
Teste sanguíneo para determinar o grau de compatibilidade entre doador e receptor. Crossmatch positivo indica incompatibilidade. Se o crossmatch for "negativo," então o transplante pode ser realizado.
É um anticoagulante derivado do cumare.
Alterações séricas das concentrações de cátions, principalmente Sódio e Potássio, que exercem ações fundamentais para o bom funcionamento do coração e dos rins.
Alterações séricas das concentrações de cátions, principalmente Sódio e Potássio, que exercem ações fundamentais para o bom funcionamento do coração e dos rins.
Uso de um aparelho ressuscitador que, através de um choque elétrico, permite que o coração saia da fibrilação ou de uma arritmia.
Os órgãos e tecidos para transplante podem ser obtidos de doadores com morte encefálica ou de doadores com parada cardiorrespiratória. A detecção de potencial doador com morte encefálica depende do reconhecimento da morte com base nos critérios neurológicos conforme protocolo do Conselho Federal de Medicina. O reconhecimento do critério de morte encefálica e a sua imediata notificação, por um lado, tem um particular significado médico e social porque possibilita a doação de órgãos e tecidos para transplante. Por outro, o diagnóstico da morte pelo critério de parada cardiorrespiratória deve levar a equipe médica a pensar na possibilidade de potencial doador de tecidos para transplante.
A legislação sobre transplante e o Conselho Federal de Medicina estabelecem um protocolo preciso que inclui dois exames clínicos, realizados por médicos diferentes, sendo um deles neurologista, com intervalo mínimo de seis horas e um dos exames complementares: ELETROENCEFALOGRAFIA, CINTILOGRAFIA, ARTEROGRAFIA, DOPPLER TRANSCRANIANO, POTENCIAL EVOCADO.
A diálise, do ponto de vista químico, é o processo de separação de um colóide de um soluto por meio de uma membrana permeável apenas ao soluto. É isso o que o rim faz: separa as "impurezas" do sangue. Diz-se que uma pessoa está fazendo diálise quando esta função é exercida por uma máquina, que, em termos simples, é um rim artificial. Em geral, as pessoas submetidas à diálise passam cerca 4 horas seguidas ligada ao "rim artificial", em três períodos semanais.
Modalidade de diálise na qual o peritônio funciona como membrana natural.
Ação de relaxamento do coração para receber o sangue. É o contrário da sístole.
Medicamentos que aumentam a força de contração do coração. Têm como princípio ativo a digitalina originalmente, hoje sintetizada, extraída das folhas de uma planta - Digitalis purpures. Como também diminuem a freqüência dos batimentos do coração, são também prescritos em algumas arritmias.
Medicação usada para aumentar o poder de contração do miocárdio. Também chamada de Digitálico ou Digoxina.
Medicação usada para aumentar o poder de contração do miocárdio. Também chamada de Digitálico ou Digitoxina.
Batimentos cardíacos irregulares. O mesmo que arritmia.
Medicamentos para facilitar a diurese, normalizando a volemia (volume de sangue circulante no organismo), no caso da insuficiência cardíaca. Um dos efeitos colaterais dos diuréticos é a perda excessiva de Potássio.
Medicamentos para facilitar a diurese normalizando a volemia (volume de sangue circulante no organismo) no caso da insuficiência cardíaca. Uma dos efeitos colaterais dos diuréticos é perda de excessiva de Potássio.
Ato de doar órgãos e tecidos para transplante.
Ato de solidariedade através do qual os seus órgãos são doados pela sua família após a sua morte ou um órgão par (ou parte de um órgão ímpar) é doado em vida para salvas vidas.
Alguém que doa órgãos e/ou tecidos para transplante.
Uma pessoa com declaração de morte encefálica, cuja família decidiu doar um ou mais órgãos para transplante.
Doador sem relação sanguínea com o receptor. Quase todos os doadores não vivos são não relacionados
Termo preferencial em substituição a DOADOR CADÁVER.
Um familiar que doa um rim, ou parte de um órgão para outro membro da família. Pode ser geneticamente relacionado (pai, filho, irmão, etc.) ou emocionalmente relacionado (cônjuge). Expressão mais utilizada quando se trata de doação em vida.
Doença em que o sistema imunológico da pessoa ataca seus próprios tecidos.
É uma condição congênita caracterizada pela formação de múltiplos cistos nos rins.
Reação imunológica da medula contra o organismo do transplantado.
Drogas que são tomadas para ajudar o organismo a aceitar o órgão transplantado.
Ver eletrocardiograma
Exame que utiliza ondas de ultra-som para examinar o coração e coletar informação na forma de ecos. O procedimento é indolor e menos custoso do que outras técnicas de obtenção de imagens, porém requer médicos bem treinados como também posicionamento adequado do corpo, pois a transmissão das ondas de ultra-som é deficiente através de áreas ósseas e através do ar dos pulmões.
Registro obtido pela técnica da Ecocardiografia. A Ecocardiografia é uma técnica de diagnóstico de doenças do coração em que, mediante a análise de imagens digitais, se estuda a posição e movimentação das paredes ou das estruturas internas do coração e dos tecidos vizinhos, através do eco (efeito Doppler), obtido por feixes de ondas ultra-sônicas, dirigidos, através da parede do tórax. A ecocardiografia é uma das grandes contribuições dos físicos para a Medicina.
Acúmulo de líquido nos pulmões.
Como são drogas que agem sobre o sistema imunológico, predispõem o organismo a infecções. A Prednisona ("corticóide") tem efeitos metabólicos que são: aumento da glicemia, aumento das gorduras totais do organismo e clinicamente uma distribuição anômala, causando a síndrome de Cushing, que confere ao indivíduo, entre outros efeitos, a popular cara-de-lua. A Azatioprina tem como mais freqüentes efeitos: toxidade medular, náuseas, vômitos e hepatotoxidade grave.
Pode ser abreviado para ECG. Resultado obtido em um exame de Eletrocardiografia. Esta consiste no estudo do registro das correntes elétricas, obtidas em um Eletrocardiógrafo, originadas do músculo cardíaco. Constitui um valioso auxiliar no diagnóstico de numerosas doenças cardíacas. O eletrocardiograma mostra o estado da atividade elétrica do coração. Na análise do eletrocardiograma o médico busca saber informações sobre: a) o estado do ritmo cardíaco; b) se há retardos ou bloqueios na forma como se conduz o estímulo elétrico; c) se ocorre sobrecarga elétrica como resultado da dilatação ou hipertrofia das câmaras que formam o coração; d) se alguma região do miocárdio está inativa; e) as alterações das ondas que podem indicar mal funcionamento do miocárdio por falta de adequado suprimento de sangue.
Resultado obtido em um exame de Eletroencefalografia (ou Eletroencefalografia). Esta consiste no estudo dos registros gráficos das correntes elétricas que se originam no Encéfalo, mediante eletrodos colocados no couro cabeludo, na superfície encefálica, ou dentro da substância encefálica. É um método de avaliação diagnóstica de inúmeras doenças nervosas, além de indicar o funcionamento do cérebro.
Obstrução dos vasos sangüíneos pulmonares por coágulos ou trombos.
Consiste, em princípio, das explicações detalhadas e precisas da situação de morte encefálica e da possibilidade de aproveitamento dos órgãos para transplante, que somente será efetivado com a autorização da família. Não existe um padrão a ser seguido. Cada situação é distinta e o momento escolhido deve ser aquele que cause o menor constrangimento. Doar é um direito muito pessoal e a entrevista familiar não deve ser utilizada para relatar o drama de quem espera por um transplante e sim para possibilitar à família a oportunidade de exercer esse direito e arcar com as suas conseqüências de forma inteiramente livre de coerção. A entrevista familiar deve ser realizada após a família ser comunicada do diagnóstico de morte encefálica, em lugar adequado (jamais no corredor) para evitar interrupção e interferências.
Termo utilizado para se referir ao órgão ou tecido transplantado de um local para outro do corpo de um mesmo indivíduo ou de um indivíduo pra outro. Ver também: aloenxerto, isoenxerto e xenoenxerto.
Estudo da incidência, distribuição e controle das doenças na população.
Osso longo e achatado, situado na parte anterior do tórax dos vertebrados (com exceção dos peixes), e que no homem se articula com as primeiras sete costelas e a clavícula, composto de três partes: manúbrio, corpo e apêndice xifóide.
São batimentos cardíacos extras. Podem ser benignas ou originárias de áreas cardíacas danificadas.
Contrações mais rápidas do que o normal das fibrilas musculares.
Doença genética, crônica, progressiva e freqüentemente fatal que ataca principalmente os sistemas respiratórios e digestivo. É causa freqüente de indicação de transplante pulmonar.
Órgão visceral localizado predominantemente no lado direito que secreta a bílis e atua no metabolismo de medicamentos, produção do glicogênio e várias outras funções.
Comunicação anormal entre duas vísceras (fístula interna) ou entre uma víscera e a pele (fístula externa); canal criado cirurgicamente com finalidades terapêuticas; canal ou cavidade que comunica duas estruturas de um corpo ou uma estrutura com o meio exterior.
A fração de ejeção é um parâmetro de avaliação da função miocárdica, estimado com base nas imagens do ecocardiograma. Em termos simplificados, seria a relação, em percentagem, entre a quantidade de sangue que entra e sai pelo coração. Quanto mais próximo de 100% (esse seria o valor ideal, teórico) melhor.
Parte do material genético de um organismo, situada no cromossomo, e que determina a hereditariedade.
Diz-se do medicamento denominado pelo seu princípio ativo. Por exemplo, no lugar de aspirina, designa-se pelo principio ativo, ácido acetil salicílico.
Relacionado aos genes e à hereditariedade.
Região do néfron onde ocorre a filtração do sangue; o que se localiza na porção anterior de cada túbulo renal, responsável pela formação da urina inicial; glomérulo de Malpighi.
Inflamação dos glomérulos (estruturas funcionais dos rins onde o sangue é filtrado e os resíduos eliminados na urina). Pode ser secundária a uma infecção por bactérias chamadas de estreptococos ou resultar de causas imunológicas ainda não totalmente explicadas.
Modalidade de tratamento da insuficiência renal crônica (IRC) que consiste na extração das substancias nocivas e tóxicas do sangue, realizada a través de uma máquina, rim artificial, que obriga a pessoa a recorrer a um hospital ou clínica, várias vezes por semana.
Um componente do sangue responsável pela distribuição de oxigênio pelo organismo.
Perda rápida e intensa de sangue.
Ou hemostasia. É a ação ou efeito de estancar uma hemorragia.
Ou hemóstase. É a ação ou efeito de estancar uma hemorragia.
Anticoagulante. Medicação que impede a formação de trombos ou êmbolos nos vasos e nas cavidades do coração.
Relativo ao fígado.
Doença infecciosa, caracterizada pela inflamação do fígado, geralmente causada por vírus e, às vezes, por agentes tóxicos.
Aumento de tamanho do fígado.
Fenômeno da continuidade biológica das características de um organismos, através das sucessivas gerações.
Aumento da quantidade lipídios no sangue circulante.
Diminuição excessiva da temperatura normal do corpo, às vezes provocada artificialmente para fins terapêuticos ou para facilitar cirurgias cardíacas.
Níveis de oxigênio inferiores aos normais nos tecidos.
Ver HLA
HUMAN LEUKOCYTE ANTIGENS: Série de antígeno, determinada geneticamente, presentes das células brancas do sangue (leucócitos) e nas células dos demais tecidos. Ver tipagem de tecidos.
Todo indivíduo tem marcadores genéticos localizados na superfície das células brancas. Um conjunto particular de marcadores é denominado de Antígenos Leucocitários Humanos, conhecido como sistema HLA. Os imunologistas reconhecem no sistema HLA mais de 100 genes, os quais são responsáveis pela presença de antígenos HLA na superfície da membrana de nossas células. Tipagem de tecidos é o nome dado ao teste que identifica as características do sistema HLA. Esta tipagem é fundamental para uma pessoa que recebe um transplante de um certo órgão.
Como todos herdamos nosso conjunto de HLA de nossos pais, é possível identificar qual conjunto de informações são provenientes do pai e qual conjunto é herdado da mãe, se a tipagem for realizada para a família.
Considere, por exemplo, que o seu HLA seja do tipo (A, B, C)/(G, H, I), onde cada letra representa um determinado antígeno. Os antígenos são herdados em grupos de cada pai e cada grupo de antígeno é chamado de Haplotipo.
Existe duas pessoas na sua família de cinco irmãos com exatamente o mesmo HLA (Idênticos), um completamente diferente e dois com metade do seu conjuntos de HLA. Então, em quatro irmãos é provável que você tenha um com o mesmo grupo HLA seu. Em outras palavras, a chance de você ter um irmão idêntico em relação ao HLA é de 25%.
Medicamento que tem a capacidade de inibir o sistema imunológico, evitando a rejeição do órgão transplantado.
Terapia para reduzir a magnitude da resposta imune. A imunossupressão é o tratamento para prevenir e combater a rejeição de órgãos transplantados.
Droga imunossupressora, também conhecida pelo nome técnico de Azatioprina.
Morte das células do coração (miocárdio) devido a falta de oxigênio (hipoxia). O ataque cardíaco é o resultado da obstrução total da artéria coronária.
Uma condição que propicia a penetração e multiplicação de um micróbio (bactéria, fungo, vírus) em um organismo. As pessoas transplantadas estão mais expostas às infecções porque têm estão imunossuprimidas.
(ECA - Enzima Convesora da Angiotensina): são medicamentos vasodilatores. Atuam inibindo a formação de Angiotensina II, que é um potente vasoconstritor. Como resultado, a vasodilatação diminui a resistência ao fluxo sangüíneo, facilitando o trabalho do coração. Também utilizado para baixar a pressão arterial.
Parte do sistema digestivo que se estende do estômago ao ânus. O intestino pode ser doado para transplante
Enxerto originário de doador geneticamente idêntico ao receptor, ou seja, gêmeo univitelino (ou idêntico).
Falta de sangue. O infarto do miocárdio causa uma isquemia no coração. O derrame cerebral pode ser isquêmico quando "entope" uma artéria do cérebro e não chega sangue. Um órgão retirado do doador está sob isquemia.
Um conjunto de leis e regulamentos. Atualmente os transplantes e a doação de órgãos no Brasil são regulamentados pela seguinte legislação.
É um tipo de câncer do sangue que se caracteriza pelo aumento permanente, anormal e desordenado do número de leucócitos (glóbulos brancos), que invade a medula óssea e, por sua vez, impede a formação de células progenitoras do sangue provocando a falta de plaquetas e glóbulos vermelhos. Esta situação permite que o organismo seja exposto a um grande número de infecções sem possibilidade de reação.
Célula branca do sangue.
Um dos maiores grupos de células brancas do sangue. Os linfócitos B atacam diretamente as células infectadas com vírus e outras células estranhas, tais como células cancerosas.
Variedade de glóbulos brancos ou leucócitos que se originam nos tecidos dos nodos linfáticos.
Cadastro técnico formado por todas as pessoas esperando transplante de Órgãos ou Tecidos no âmbito de uma CNCDO.
Cadastro técnico formado por todas as pessoas esperando transplante de Órgãos ou Tecidos no âmbito da Central Nacional de Transplante e formada pelos casos de urgência.
A morte significa a imediata e progressiva deterioração de todas as funções do corpo. Logo após o diagnóstico de morte encefálica são tomadas uma série de decisões médicas com o objetivo de identificar e reverter todas as complicações derivadas da morte e que ponha em risco a viabilidade dos órgãos e tecidos transplantáveis. A manutenção do potencial do doador tem duração indeterminada e começa com a sua definição como tal até o término dos procedimentos de retirada dos órgãos e tecidos.
Uma substância (tecido) encontrada nas cavidades dos ossos (tutano). A medula é a fonte das células sanguíneas (plaquetas, células vermelhas e células brancas) e do sistema imunológico. A medula utilizada nos transplantes, em geral é retirada da fossa ilíaca.
Designação do músculo cardíaco ou a camada média, mais espessa, da parede do coração, formada pelo músculo cardíaco.
Miocardiopatia é um termo genérico para designar quaisquer doenças do miocárdio. As miocardiopatias são divididas em três tipos: dilatada, hipertrófica e restritiva. A dilatada é a mais comum. O aumento do volume do miocárdio reduz a força de contração do órgão, principalmente do ventrículo esquerdo, reduzindo a saída de sangue. A miocardiopatia dilatada é caracterizada por aumento do volume ventricular (às vezes biventricular) associado à diminuição da função contrátil, do débito e do índice cardíacos e da fração de ejeção, e ao aumento da pressão diastólica ventricular. O distúrbio funcional essencial da miocardiopatia dilatada é a hipocontratilidade miocárdica, geralmente do tipo difuso. Em conseqüência da dilatação ventricular, ocorrem disfunções nas válvulas atrioventriculares. Tem diversas etiologias: alcoolismo, outras drogas (cocaína, metais pesados, etc.), HIV, infecções virais, bacterianas e por protozoários (Doença de Chagas). Parece ter também um componente auto-imune e genético. É uma das principais causas de indicação de transplante cardíaco no mundo. Existem estudos demonstrando que a mortalidade é de 50% em cinco anos.
Inflamação do miocárdio. Pode ser causada por vírus, bactéria, micose, difteria, febre reumática, efeito tóxico de medicamentos, tuberculose, entre outras.
Nome da válvula que controla a passagem do sangue entre o átrio esquerdo e o ventrículo esquerdo. Tem duas partes, ou cúspides.
Em epidemiologia, morbidade ou morbilidade é a taxa de portadores de determinada doença em relação ao números de habitantes sãos, em determinado local em determinado momento.
Qualidade de mortal. Percentagem de mortes de uma comunidade em determinado período de tempo. Também chamada de Taxa de Mortalidade.
Todas as pessoas morrem no momento em que o encéfalo (cérebro + tronco cerebral) deixa de receber sangue, portanto, oxigênio, por causa de uma parada cardíaca irreversível ou por dano crânio-encefálico resultante de um AVC (acidente vascular cerebral) ou de um trauma (forte pancada na cabeça em um acidente de automóvel, por exemplo, ou tiro de arma de fogo), ou por causa de um tumor cerebral. A tecnologia médica atual permite que se defina a morte como a perda das funções neurológicas e não das funções cardiorrespiratórias que podem ser supridas artificialmente.
Menor unidade funcional do rim. Cada rim possui mais de um milhão de néfrons.
O Diabetes mellitus pode causar dano progressivo e irreversível aos rins.
Uma das formulações da Ciclosporina.
Ato pelo qual um hospital informa para a Central de Transplante sobre a existência de um paciente em situação de morte encefálica.
Organização formada por médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais e outros profissionais, responsáveis pelos procedimentos de identificação e manutenção de potencias doadores de órgãos em determinada área. No Brasil essa denominação é utilizada apenas no Estado de São Paulo. Nos demais estados todas essas tarefas são de responsabilidades das Comissões Intra Hospitalar de Transplante.
Um ser vivo
Parte do corpo, formada por células e Tecidos, capaz de exercer uma determinada função. Os órgãos podem ser doados para transplante: coração, Pulmão, pâncreas, rim, fígado, intestino, etc..
Dificuldade de respirar a não ser com o tórax ereto. Falta de ar que obriga o doente a manter-se em pé ou sentado. Falta de ar quando deitado.
Um órgão de forma irregular, situado ao lado do estômago, que secreta o suco pancreático no estômago para ajudar na digestão das proteínas, carboidratos e gorduras. Quando o pâncreas falha, a pessoa torna-se diabética e precisa fazer injeções de insulina. O pâncreas pode ser doado para transplante.
Membrana que envolve o coração externamente.
Uma delicada membrana dupla, transparente, que reveste a cavidade abdominal e envolve órgãos abdominais.
Inflamação do peritônio.
Infecção bacteriana do rim, em geral proveniente das vias urinárias inferiores
São células que fazem parte da composição do sangue, responsáveis pela sua coagulação.
Aumento do número de células sangüíneas vermelhas.
Técnica cirúrgica na qual são colocados enxertos na artéria coronária de modo a restabelecer o fluxo sangüíneo obstruído, evitando ou tratando o infarto cardíaco. Geralmente utiliza-se a veia safena (ponte de safena) ou a artéria mamária (ponte de mamária).
É um eletrólito, assim como o Sódio, essencial para o equilíbrio dos líquidos do corpo, para realizar o estímulo dos nervos e a contração dos músculos. A sua deficiência pode ocorrer por ação de diuréticos.
Pessoa em situação de morte encefálica, mantida em uma UTI, cujo diagnóstico foi notificado para uma Central de Transplante, a família autorizou a doação.
Pessoa em lista de espera por um transplante
Poderoso antiinflamatório esteróide (um "corticóide") que modula a reação imune, sendo muito usado para controlar doenças auto-imunes.
Dosagem sérica (no soro) de vários parâmetros, entre os principais: Bilirrubina, Transaminase Glutâmico-Oxalacética (TGO) e Transaminase Glutâmico-Pirúvica (TGP).
Dosagem sérica (no soro) de duas enzimas.
Órgão par em forma de balão que executa a troca gasosa no sangue (remove o dióxido de carbono e repõe oxigênio). Os pulmões podem ser doados para transplante.
Pessoa que recebeu um órgão ou tecido através de um transplante.
Processo pelo qual o sistema imunológico reconhece o órgão transplantado como invasor e ativa o sistema de defesa para destruí-lo.
"tudo que toca o meu sangue, que não faz parte de mim, é perigoso"
Quer em seres humanos, quer em outros animais, o transplante tem como conseqüência imediata a destruição dos órgãos transplantados. O tecido transplantado se converte imediatamente no alvo da ira do sistema de defesa do receptor e sobre ele se desenvolve uma intensa reação chamada de rejeição que em poucos dias o destrói.
Só existe uma exceção a essa regra que é o transplante entre gêmeos idênticos. Infelizmente, por um lado e, felizmente, por outro, muito pouca gente que necessita de um transplante tem um irmão gêmeo idêntico em situação de morte encefálica ou com a disposição para lhe doar um rim, por exemplo.
Essa exceção, entretanto, é a chave para se entender o processo da rejeição. O nosso organismo se defende de tudo aquilo que não lhe é idêntico e o trata como um inimigo. É uma lógica muito aprimorada: " tudo que toca o meu sangue, que não faz parte de mim, é perigoso".
Para levar a cabo este trabalho existe um grupo de células especiais em nossa corrente sanguínea cuja função é, exatamente, a de tocar em tudo e examinar se lhe é próprio ou alheio.
Todas as demais células devem apresentar em sua superfície um salvo-conduto bioquímico exclusivo que as identifique como pertencentes a este organismo. Esta identificação celular é como o rosto de cada um de nós, ou seja, irrepetível. Não é assim tão complicado, Qualquer um de nós identifica o nosso irmão entre milhares de pessoas. As células, como as caras, são absolutamente pessoais.
A própria célula identificadora transmite o alarma e inicia o ataque. O salvo-conduto localizado na superfície das células se chama de ANTÍGENO DE HISTOCOMPATIBILIDADE, as células identificadoras são os LINFÓCITOS e MACRÓFAGOS e as armas utilizadas por elas são os ANTICORPOS. Parte deste armamento é capaz de reconhecer o alvo por seus antígenos de histocompatibilidade, sem danificar outras células ou elas próprias, como se fosse um míssil de última geração.
Este mecanismo de defesa e ataque nos livra da maioria das infecções e, por desgraça, tenta se livrar também de um órgão transplantado podendo até provocar a morte do receptor.
Esse tem sido o maior obstáculo teórico e prático no tratamento de inúmeras doenças através dos transplantes. Para convencer o organismo para que tolere o novo órgão os médicos são obrigados a aplacar a cólera dos anticorpos inibindo a sua ação até que pouco a pouco eles possam assumir o novo órgão como sendo amigo. Este processo diplomático leva anos e pode até nunca chegar a bom termo. Por essa razão após um transplante todas as pessoas recebem doses relativamente elevadas de drogas cuja função é bloquear a atividade dos linfócitos e macrófagos, prevenindo a rejeição. Nestas circunstâncias, as infecções em geral devem ser sempre evitadas.
As doenças infecciosas são provocadas por organismos vivos invisíveis por causa do seu tamanho: bactérias, vírus, protozoários, fungos, que se encontram no ar, solo, água e no corpo de outras pessoas. Sem nos darmos conta disso, constantemente, eles penetram em nosso organismo através da respiração e alimentos e são, rapidamente, destruídos pelo nosso sistema de defesa.
Se para fazer um transplante, a imunidade do paciente deve ser suprimida ele fica exposto a todo e qualquer tipo de infecções que lhe pode causa a morte. Essa foi a principal causa de morte nos primeiros transplantes quando não existiam medicamentos imunossupressores.
Os imunossupressores modernos conseguem deprimir a imunidade na medida certa - ou quase - para evitar a rejeição sem expor o paciente a continuas infecções. Na verdade eles são mais imunodepressores do que imunossupressores.
Como nem tudo é perfeito, na realidade as pessoas transplantadas padecem de episódios de rejeição. Por esta razão é necessária uma vigília constante e uma rígida observação na administração da dose certa, e no momento certo, das drogas contra a rejeição. A arte do pós-transplante consiste em manter um nível adequado de imunossupressão para evitar a rejeição sem favorecer as doenças infecciosas.
Infelizmente tais drogas apresentam potenciais efeitos colaterais drásticos.
Do original "El rechazo y la inmunosupresión" de autoría do B.N.O.T - Banco Nacional de Órganos y Tejidos, Uruguay. Tradução e publicação autorizada
Reação do organismos para destruir um órgão transplantado. Em geral ocorre no primeiro ano do transplante.
Processo lento e continuo de rejeição do órgão transplantado.
Reação do sistema imune às substâncias estranhas, inclusive órgãos transplantados.
Devido a rejeição ou falha do órgão transplantado algumas pessoas necessitam de um retransplante. Quem precisa de um retransplante de órgão ímpar nas próximas 48 após o transplante tem prioridade na lista de espera.
Órgão par que mantém um adequado balanço hídrico e eletrolítico do nosso corpo, regula a concentração ácido-base e filtra o sangue de impurezas que são excretadas na forma de urina. Os rins podem ser doados para transplante, inclusive em vida.
Uma das formulações da Ciclosporina.
Doença inflamatória sistêmica de causa desconhecida que afeta o fígado, pele, pulmões, nodos linfáticos, baço, olhos e pequenos ossos das mãos e dos pés, acredita-se que seja de origem auto-imune.
Conjunto de informações (freqüência cardíaca, pressão arterial, temperatura, etc.) freqüentemente mensuradas nos pacientes hospitalizados.
Os grupos sangüíneos são determinados pela presença ou ausência de estruturas de superfície celular, conhecidas como antígenos. Em transfusões de sangue, o doador e o receptor devem possuir grupos sangüíneos compatíveis. O pareamento de grupo sangüíneo ABO é tão importante para o transplante quanto para a transfusão sangüínea.
Ver HLA.
Os órgãos, tecidos, células e produtos celulares do nosso corpo que trabalham para neutralizar a ação de organismos invasores, incluindo bactérias, fungos, vírus e órgãos transplantados.
Sistema do corpo humano responsável pela identificação e destruição de organismos invasores, como bactérias e vírus, auxiliando na manutenção do funcionamento do organismo.
Ação de contração do coração para impulsionar o sangue. É o contrário da diástole.
Sistema Nacional de Transplante - Órgão do Ministério da Saúde que trata da política de transplantes no Brasil
É um mineral que, junto com o Potássio, atua no controle dos líquidos do corpo. Os inchaços (edemas) estão relacionados com o sódio em excesso. Os diuréticos agem no rim, eliminando o sódio do corpo.
Vibração percebida na ausculta cardíaca de duração maior que os batimentos cardíacos normais. Pode ser patológica ou não.
A inibição da proliferação celular na medula óssea, local de origem de todas as células do sangue. O resultado é o aumento da susceptibilidade à infecção, anemia e uma tendência aumentada para fenômenos hemorrágicos.
Aumento da freqüência dos batimentos cardíacos (batidas/minuto). Taquicardia auricular, ventricular, etc.
Estrutura integrada por células, que, por sua vez, tem diferentes qualidades e funções, mas cuja integralidade permite a correta função dos órgãos. São tecidos: sangue, pele, ossos, córneas. Válvulas cardíacas, vasos sanguíneos, medula óssea, etc. Quase todos os tecidos podem ser doados para transplante.
Tempo decorrido entre a retirada de um órgão do doador e o seu implante no receptor.
Tecido que faz a conexão dos músculos com os Ossos. Os tendões podem ser doados para transplante.
Ver HLA
Relativo ao tórax e aos órgãos ali localizados.
O mesmo que transplante.
Transferência de um órgãos ou tecido de uma pessoa para outra.
Procedimento que consiste na troca da medula óssea de uma pessoa, tendo como fonte a medula da própria pessoa (autólogo), que foi retirada e tratada ou de outra pessoa (heterólogo).
Procedimento cirúrgico no qual o órgão doado é implantado em local diferente do órgão original.
Transplante entre indivíduos vivos. Podem ser transplantados o rim ou parte do fígado.
Procedimento cirúrgico no qual o órgão doado é implantado no mesmo local do órgão original, após a retirada deste.
Estudo dos transplantes
Válvula cardíaca localizada entre o átrio direito e o ventrículo direito.
Patologicamente é um coágulo sangüíneo. É o nome de um coágulo que se forma no interior dos vasos (artérias ou veias) ou das cavidades do coração. Eventualmente pode ser conduzido pela corrente sangüínea e entupir algum vaso no cérebro, no pulmão ou nos olhos, etc. Pode também ser denominado de embolo.
Patologicamente, é um coágulo sangüíneo.
Qualquer crescimento anormal de tecido resultante da multiplicação excessiva de células. Podem ser cancerosos ou não.
Unidade de Tratamento Intensivo.
Estruturas existentes dentro do coração. No coração existem quatro válvulas: Tricúspide – entre o átrio e o ventrículo direito, Mitral – entre a átrio e o ventrículo esquerdo, Pulmonar – entre o ventrículo direito e a artéria pulmonar, Aórtica – entre o ventrículo esquerdo e a Aorta. Cada válvula, que orienta o sangue, abre-se pelas suas valvas ou folhas para a direção do sangue e se fecham quando o sangue passou. Esse movimento de abre e fecha é feito a cada batimento, na diástole e na sístole.
Relativo à circulação.
Estreitamento difuso dos vasos coronários do enxerto cardíaco. Acredita-se que é o resultado de uma rejeição crônica de baixo nível, mediada por processo inflamatório.
Artérias, veias e capilares através dos quais circula o sangue. Os vasos pode ser doados para transplante.
Uma das veias superficiais da perna, que drenam o sangue do pé.
Máquina que auxilia a respiração naquelas pessoas que perderam a capacidade de respirar espontaneamente.
Transplantes de órgãos entre espécies diferentes, por exemplo, de porco ou de macacos para o homem.
Transplante de órgãos animais para o homem.